sexta-feira, 5 de abril de 2019

Para que o "padrão" saia de moda

Eu não sou perfeita.
Aliás, tenho total consciência de que estou bem longe da perfeição.

Porém, a cada dia que passa me esforço para me tornar uma pessoa melhor.
Para o mundo.
E, em relação à ideologia espírita, para a evolução do meu espírito.
Não desejo ficar estagnada.

E, ao me esforçar, me incomodo muito de perceber que ainda existem pessoas que não se esforçam por um mundo melhor.

Aprendi - por influências, amizades e afins durante a vida - a julgar as pessoas.
Há um tempo percebi que julgar é horrível, é péssimo.
Chega a ser perverso.

Lembro de quando fui julgada diversas vezes em tempo de escola e a sensação é inexplicável de tão ruim.
E de como as pessoas chegam a ser muito influenciadas por causa disso.

Voltando para o presente.
Eu já tive muito preconceito em relação às pessoas que destoam do chamado "padrão de beleza" imposto pela sociedade.
(Este "padrão" também é perverso.)
Mas quem sou eu? Nada de acordo com o "padrão de beleza" também!

Pessoas comuns. É preciso valorizarmos nós mesmos.
Nós somos pessoas comuns!

Enfim, pensando, estudando, refletindo.
Eu brigo comigo mesma quando julgo (seja lá pelo que for ou por quem seja) alguém através do meu pensamento.
(Infelizmente ainda faço isso e não tenho orgulho.)
Vejo essa ação, de brigar consigo mesmo, importante e desejo que todas as pessoas coloquem a mão na consciência e repensem suas ações, e até mesmo seus pensamentos.

É importante que a nossa sociedade se reeduque.
Que haja mais empatia entre as pessoas.
Para que possamos conviver em paz.
Na base do amor.

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