terça-feira, 21 de agosto de 2018

Vem aí

Tenho tido noites de sono conturbadas.
Sonhos estranhos, quase pesadelos!
Mesmo com a sempre facilidade em dormir.
Mesmo conseguindo dormir como "uma pedra"...

E isso me deixa irritada porque prezo muito por uma boa noite de sono.
Mas sei os motivos.

A sinusite me pegou.
Mesmo com  a minha constante preocupação em sempre estar protegida desse tempo louco - de dia, sol, à noite, frio.

A preocupação me pegou.
Responsabilidades pendentes.
Compromissos inadiáveis.

A ansiedade me pegou - esta tem me amarrado sempre.
Ansiedade com o futuro.
Prazos definidos. Prazos marcados.
Dias que serão importantíssimos para a minha vida estão chegando.

E lazer.
Prezo muito pelo lazer na vida de todas as pessoas.
O lazer é essencial para que tenhamos uma vida sã.
É essencial para a mente descansar.
(Eu consigo descansar a mente sim, apesar de não parecer; eu só volto rapidamente para a rotina sem me perder ou sem tentar me perder)

E agosto no finzinho.

Setembro está cada vez mais próximo.

E, como em todos os anos, setembro é o mês mais importante.
Não é mais importante só por ser o meu aniversário e o da mamãe.
Mas porque, não sei o motivo, sempre, em todos os anos é assim: é o mês que acontece coisas importantíssimas.
Coisa boas para mim, mas que me deixam no ápice da ansiedade, da preocupação e do nervosismo.

Setembro vem aí, mais uma vez, trazendo dias importantíssimos - diferentes - novamente.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Um respiro breve

Após dois meses de ausência, cá estou.
Não me ausentei porque desejei, mas sim porque me faltou inspiração e tempo.

Nós crescemos e, com isso, existem consequências que são inevitáveis.
Essas consequências vêm carregadas de responsabilidades que pesam.
E o peso dessas servem para amadurecermos.

Repare, as pessoas nunca serão maduras o suficiente.
Nunca serão cem por cento. Sempre terão o que aprender com os (as) mais novos (as) e com os (as) mais velhos (as).
Verdade. Tenho provas vivas na minha vida.

Eu tive um surto. E aconselho, se não tiver como, surte. Grite.
Mas depois disso, se acalme - experiência própria.
Se for preciso, não tenha vergonha de pedir ajuda. A ajuda é essencial para uma vida saudável.
Livre-se de pessoas e coisas tóxicas, aquelas que só te fazem mal.
Reflita sobre as ações das pessoas sobre você e livre-se daquelas que não te fazem bem.
Tudo irá se resolver e a calmaria voltará, mas não se sufoque.


Agora tem pendências sendo resolvidas e finalizadas em minha vida.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Liberdade para ser você

O dia começou agitado, corre corre para cumprir obrigação com a filhotinha.
Cumprida! UFA!
Descanso no sofá, canal da TV que está passando o programa de clipes - adoro!.
Duas drag queens que  adoro apresentando o programa com as suas respectivas playlists - maioria dos clipes sobre homossexualidade, homofobia e afins.
Cheguei no ponto.

Não sou homossexual.
Sou a favor da sua liberdade, da liberdade individual de ser o que quiser e de fazer o que quiser da sua vida.
Você não tem a obrigação de aceitar.
Mas é necessário, por questão de amor ao próximo, questão de humanidade, respeitar!
É necessário manter o respeito em todos os âmbitos da vida social humana.

Por que esse assunto?
Devido ao acontecimento da 22 parada LGBT - desde já peço perdão caso eu tenha usado a sigla erroneamente - que ocorreu em SP no domingo, o Faustão, em seu programa, colocou a bandeira do referido movimento em seu púlpito. Eu estava assistindo o programa com uma pessoa da família - que não há motivos de eu expô-la aqui - e, esta, gemeu de maneira debochada e disse "isso aí é programado, combinado" e eu expliquei - calmamente - dizendo que, mais cedo, tinha acontecido a parada LGBT, por isso a presença da bandeira. A pessoa continuou gemendo, eu a chamei de preconceituosa, e a pessoa se irritou se retirando do local. Decidi não "bater boca".

Por que escrever sobre esse assunto só agora?
Porque, de manhã, assisti dois clipes que me sensibilizaram.
Um de Johnny Hooker com a participação de Liniker, nome da música é "Flutua", já conhecia, mas nunca tinha visto nem prestado atenção no clipe. Só digo uma coisa: vejam (facilitei colocando o clipe aqui na postagem) e prestem atenção.
O outro clipe, eu já sabia como era, mas ainda não tinha tido a oportunidade de ver, mas a música eu sei inteira. Quem me conhece sabe que sou fã de Pabllo Vittar e o clipe que vi é o da música "Indestrutível", retrata um pouco do que os homossexuais passam na escola, todo o bullying, toda a violência verbal, física e psicológica. Vejam também, vale a pena.


A gente fica sabendo desses acontecimentos, mas ver - mesmo que seja na ficção - te faz refletir no mundo em que se vive.
É esse o mundo que você quer continuar vivendo?
Que você quer criar/educar suas crianças (sejam seus (as) filhos (as) ou não)?

domingo, 20 de maio de 2018

Ansiedade, ansiosos e o resto

Faz tempo que percebo.
Não só na sociedade, mas na vida, em todos os âmbitos, por todos os lados.

As pessoas veem o que acontece com você, de fora da situação.
Por estarem de fora da situação, acham que podem estar certos.
Em determinadas situações, estão certas, sim, sem dúvidas.

Mas em muitas outras situações estão completamente erradas.
E "batem o pé" dizendo que estão certas.
E você precisa PROVAR que não, não estão certas.

Essas pessoas não sabem o quão ruim é você ter que provar determinadas "coisas" que estão "na cara" delas.
Você tem - na realidade, não TEM QUE provar, mas às vezes é necessário - que provar, também, que você não é o que acham porque têm uma relação superficial com você.
Eu sugiro que as relações se aprofundem se vocês quiserem conhecer - de verdade - alguém.
Muitas vezes, o que parece ser, não é.

Sentar e conversar todos os dias, é necessário.
Falar a verdade sempre, colocar as cartas na mesa, mostrar quem é quem de verdade.
É preciso. Falta muito disso nas famílias, por exemplo.

Não suporto quem vive em relações superficiais, sempre sorrindo porque tem que ser aceito por todos.
Não, ninguém é aceito por todos  nem TEM QUE ser aceito por todos, é impossível agradar a todos.
Cada pessoa é diferente de outra e ponto.
Uns gostarão de você pelo que você é e outros, não. Paciência.

É por esse e outros motivos que a doença do século se chama ansiedade.
Situações e pessoas causam isso nas pessoas que sofrem com ansiedade.
Essa doença tem várias maneiras de se manifestar e, às vezes, ela é devastadora.
Claro que tem como tratá-la, mas não adianta você ir no psicólogo toda a semana se a sua vida continuar do jeito que sempre foi.
As relações precisam mudar, mas não depende só de você. E você passa a viver num eterno dilema.
Pior, mandam você se controlar!
Quem não é jovem ou adulto neste século, nunca vão compreender por que você sofre com a ansiedade se você tem uma vida maravilhosa?
Antes de perguntarem isso para as pessoas ansiosas, olhe para si. Enxergue se você ajudou para que essa situação avançasse... Leia sobre o assunto e tente entender o que a pessoa que está ao seu lado sente.
Mas não piore a situação julgando esta pessoa.

No mundo, há jeito para TUDO.
O que falta é boa vontade, é tempo; falta gente que queira ouvir ou outros de verdade.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Crise Humanitária

Não é porque eu estou estudando e pesquisando sobre um assunto que eu não consigo me deslocar de pesquisadora para indivíduo preocupado.

Acredito que todos saibam e tenham conhecimento sobre a situação que o mundo passa hoje.
Estamos vivendo em crises sejam pessoais, nacionais e mundiais. Mas todos nós estamos vivendo em crises.
Hoje falo sobre o refúgio. A crise humanitária.

Por que o refúgio acontece?
Para iniciar, ele não começou há pouco, ele começou tem muito tempo. E falo sobre os deslocamentos forçados, não sobre imigração e migração.
Os deslocamentos forçados, como o nome diz, força as pessoas a saírem do lugar de onde nasceram, em sua maioria, e de onde escolheram morar.
Em geral, guerras se iniciam e a sociedade que, em sua totalidade, não tem relação com isso, só quer sair em busca de sobrevivência.
Os motivos das guerras são inúmeros - por raça, gênero, posição social, posição política, riqueza mineral, etc. - mas não justificam obviamente e não deveria valer a vida das pessoas.
A guerra - seja lá por qual motivo estancou - não se importa com a vida das pessoas, não se importa se elas vão sobreviver para contar essa história - triste, diga-se de passagem.
Essas vidas são desvalorizadas a partir do início da guerra, só são valorizadas se essas pessoas lutarem para que a guerra atinja o seu objetivo.
Isso é desumano, é cruel, é revoltante.

Por que acolher essas pessoas?
Porque elas precisam de calmaria.
Precisam de paz mental, física e ocular.
Precisam de cuidados médicos, sociais e políticos (direitos garantidos).
Precisam de um lugar para recomeçar a vida. Para sobreviverem.

Eu conheci algumas dessas pessoas e eles sorriem sempre.
São desconfiados - compreensível -, mas sorriem, conversam com você.
As crianças? Essas estão sob a inocência e falam sobre tudo.
Mas algumas sentem falta do início de vida que tiveram, é perceptível.

O mundo precisa de pessoas com mais compaixão e mais amor pelo próximo.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Montanha-russa

Curioso como a vida é literalmente feita de altos e baixos.

Ontem comecei a ler um livro que já te chama a atenção pelo título: "A sutil arte de ligar o f*da-se".
Li seus primeiros dois capítulos e já recomendo, viu?
Hoje já pratiquei o que ele sugere e deu certo.
Ah! Não o julgue positivamente ou negativamente pelo seu título, leia-o. Ele faz uma importante reflexão sobre a vida.
Enfim, não estou sendo paga para fazer tal propaganda, mas estou sendo grata poque fiz bom uso do meu dinheiro comprando-o e acho que todas as pessoas deveriam ler.

Ainda ontem, amando o livro, minha confiança foi caindo durante o dia por causa de detalhes que, como o livro sugere, não são dignas de terem muita importância para mim porque eu soube reverter a situação.
Dormi cedo, não vi o que gosto na tv. Descansei.

Acordei hoje com a mesma ansiedade de receber a ligação que venho esperando há uma semana.
Ligaram. Não aconteceu.
Confiança foi embora de novo.

Estudos caminhando, vida que segue...
Ligaram. Não conheço o número.
Atendi.
Trabalho? OPA! Aceito!
Tá certo.
Combinado.

A vida é, definitivamente uma montanha-
russa, em dois dias fui do céu ao inferno, do inferno ao céu.
Pelo visto, meu coração aguenta!