sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Tchau, inferno astral!

Amanhã é o dia mais lindo do mês mais lindo do ano inteiro.
Amanhã é o meu dia!

Não entendo quem não gosta de fazer aniversário.
Dizem: "Ah, é porque estou ficando mais velho (a)!"
Eu não vejo datas de aniversário dessa forma.
Fazer aniversário é formidável - como dizem alguma amigas minhas - porque você está completando mais um ano de vida e mais um que está a vir pronto, renovado para ser vivido!
É aquele história de copo meio cheio ou meio vazio, sabe?

Pois é.
Sempre fui dessas de ver o lado bom das coisas.
Aprendi que tudo tem um lado bom.
Tudo mesmo!

E essa semana foi de "Oi, inferno astral... E tchau, inferno astral" ao mesmo tempo.
Comecei tensa, teve correria e qualificação e, ainda, machucado no pé porque queria usar sapato bonitinho.
Deu tudo certo no fim das contas.
Dia seguinte, passei mal - de repente - no meio da rua, sorte estar perto de casa; pena não ter podido curtir o fim do dia como eu esperava/desejava.
Fui melhorando, remédio aqui, comida leve ali...
Enfim.
Preparativos para a comemoração do dia mais lindo do mês mais lindo, correria de novo.

Tudo pronto?
Que nada!
Só termino a correria - em parte - amanhã. Ufa!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O equilíbrio

Entrando em contradição em parte com o post anterior... Entrei no inferno astral há uma semana mais ou menos.

O fim do mestrado está chegando e a sua carga de estresse só aumenta.
Sua qualificação chegando e você ainda não estudou para se apresentar!
O estresse veio todo em um dia só e em um dia só parece que deu tudo errado.
No outro dia, correria, últimos preparativos. Falar com a secretaria, entregar volume da qualificação.
Um desespero!

E seu orientador?
A pessoa mais calma do mundo.
Estranho que isso não me irrita, só me acalma - pois sei que irritaria outrem.
Estranho não, alívio; sim, para mim, é alívio.
É essencial que as pessoas próximas te acalmem em tais momentos como esse.

E, pior, não é só o estresse da correria do fim do mestrado.
É TPM, é inferno astral, é ansiedade, é insegurança, é coisa acontecendo com gente que tá colado com a gente e que estressa também.
É tudo junto ao mesmo tempo!
É de enlouquecer qualquer um!

Mas...
Ontem terminei meu dia mais tranquila, enfim.
Fui tranquilizada conversando com colegas e com amores.
Fui tranquilizada pelo meu orientador - porque defini meu medo a ele "nunca vi uma apresentação de qualificação, não sei como é!", rapidamente ele me disse como é e o que posso fazer, sanou muitas dúvidas minhas.
Fui tranquilizada por mim mesma porque finalmente sentei o "bumbum" para estudar!

Não posso dizer que agora estou completamente tranquila, de maneira nenhuma.
Não sou uma pessoa tranquila naturalmente - apesar de conseguir dormir muito bem à noite.
O nervoso, a ansiedade e a insegurança continuam, mas agora estão controladas porque a tranquilidade, a coragem e a segurança chegaram para, enfim, se igualarem e se equilibrarem na balança minha de cada dia.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

A crença no Inferno Astral

Dizem que o inferno astral começa 30 dias antes do seu aniversário.
E a partir de amanhã eu começo a contagem regressiva para o meu!

Eu acredito em praticamente tudo quando o assunto é astrologia, mas não sei se deposito tanta confiança no quesito "inferno astral".
Li um pouco sobre isso porque achei que o dito cujo já havia chegado para mim (mesmo ainda não estando na hora) - ledo engano - acabei descobrindo que isso é um invenção da sociedade e que não existe nada dentro da astrologia que comprove tal existência.
Ufa, né?

E parei de pensar nele, por quê?
Porque ando leve, não tenho motivos para pensar em "inferno astral" ou temer que ele chegue.
Afinal, ando leve, apesar dos muitos obstáculos que tenho tropeçado por aí.
Ando leve porque tenho amor de cheiro novo, que se inova.
Ando leve porque tenho amizades de cheiros novos.
Resultado de imagem para leveAndo leve porque estou começando a encerrar mais um ciclo em minha vida.
Ando leve porque já tenho planos para o futuro em diversos âmbitos da minha vida.
Ando leve.
Espero que essa leveza não se vá tão cedo, preciso dela.



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Barulho


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E quando você menos espera... Acontece!
Assustador em primeira instância devido à profundidade que você já havia se desacostumado.
Mas o susto é rapidamente transformado em sentimento bom e especial, que não se sabe quais palavras escolher para expressar o mesmo, pois não há como.
Em um mês, você percebe que simplesmente é lindo, é bom, é aquele conforto, é amor.

Contudo, aprendi determinados aspectos com relacionamentos passados.
Aprendi, principalmente, que devo ser mais reservada em relação ao público - nunca fui, mas hoje vejo que é preciso. Não é necessário gritar aos quatro ventos se você está feliz ou não, isso não fará diferença na vida de outrem, só fará diferença a quem realmente se importa com você - e essas pessoas são poucas, acredite.

Só não digo estar plenamente feliz porque a situação do Brasil está deprimente. E isso me deixa triste, mesmo.
Quando penso que estamos progredindo, nada. Só estamos dando passos para trás, não um passo somente, mas vários!
Minha Universidade querida está parada por causa do descaso do governo do Estado do RJ. Bem triste.
Fora os outros inúmeros problemas governamentais que o Brasil está tendo que enfrentar.
Força para nós! E fora Temer!
Inconformismo define.

Há, portanto, uma mistura de sentimentos aqui nesse coração.
Mas o amor tem gritado mais alto, que continue esta gritaria!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Dia dos reis e das rainhas

Coração está feliz. Não sei.
Deixar as águas rolarem é o melhor - principalmente para librianos como eu.

Hoje é um dia delícia, não importando o dia da semana.
Cresci acompanhada dos meus dois vovôs e das minhas duas vovós.

Não estranho, mas não tenho na memória o que as pessoas sempre dizem dos avós: "a comida da minha vó é maravilhosa" - a da minha vó é maravilhosa, mas, sinceramente, não foi algo que me marcou, e "minha avó sempre 'empurrou' comida para mim dizendo que eu estava muito magro". Nada disso.

Os da parte paterna, me recordo de poucos momentos, pois se foram quando eu tinha apenas uns oito anos - ou menos, não lembro muito bem.
Mas lembro somente de momentos bons.
A casa enorme deles, as brincadeiras com as Barbies na piscina, era pura diversão no verão.

Os da parte materna, lembro muito mais, pois o vovô se foi quando eu tinha 16 anos e vovó está vivinha.
Tive uma ligação com o meu avô desde que nasci, acho. Nasci no mesmo dia que ele - obviamente que em anos diferentes, beeeem diferentes. Comemoramos muitos aniversários juntos.
Ele se foi de pura velhice, no auge dos seus 92 anos, muito bem vividos, acredito.
Ele virou meu anjo da guarda. Nosso anjo.
E vovó está aqui, conosco, andando com a bengala no braço, cheia de charme, cheia de histórias da sua infância na Bahia e de como ela ainda viu o Lampião - sim, minha avó conheceu o Lampião quando era criancinha! Histórias que eu amo ouvir!

Engraçado que eu e minha irmã nos "dividimos". Ela, ligada ao avô paterno. Eu, ao avô materno.
Mas o amor pelos quatro é incomparável.

sábado, 15 de julho de 2017

"... devaneio para alcançar a realidade" LISPECTOR, Clarice

Ontem foi um dia que eu pensei muito sobre várias situações.
Quando achei que ia me divertir, senti melancolia, frio e felicidade ao mesmo tempo.

Não ando querendo nem estou tendo paciência para me estressar com fatos pouco importantes.
Não sei se felizmente ou infelizmente, tenho importâncias maiores com o que me preocupar.
Mas eu acredito.
Acredito que o final será feliz. Já passei da metade e está tudo certo, por quê não continuar assim?

Sempre fui extremamente sonhadora.
Ultimamente tenho mais os pés no chão, mas não largo os sonhos por nada nesse mundo.
É o que me mantém viva!
Sonho grande a cada dia que passa.
E minha fé aumenta a cada passo que dou.

Minha mãe já disse: "Sempre que você diz alguma coisa, enfatiza, ela se realiza."
(Não exatamente com essas palavras, pois não me lembro muito bem, mas lembro de quando ela me disse isso e não me resta dúvidas de que ela estava certa sobre)
Porém, essa frase é relacionada, por enquanto, pelo menos, somente à minha vida acadêmica e profissional.
Modéstia à parte, eu corro atrás daquilo que quero, que desejo.
Modéstia à parte, não me arrependo, e estou feliz com o que conquistei até hoje.