domingo, 16 de outubro de 2016

Nos meus 20 e poucos/tantos anos

A essa altura da vida (para uns nem tanto, para outros, muito) percebi algumas coisas, alguns aspectos da vida, do cotidiano, da banalidade, que eu jamais havia percebido antes.
E isso tudo bem "embaixo do meu nariz".

Alguns já diziam o que eu percebi apenas ontem, mas hoje vejo que é a realidade.
Será que cresci (do jeito que minha mãe diz para eu crescer ¬¬)?

Contudo, ontem eu percebi que fazemos coisas para tentar preencher as nossas vidas sem percebermos.
Resultado de imagem para pensamentosPorém, essas "coisas" não preenchem, às vezes até nos esvaziam ainda mais.
Só me conforto porque acredito que, por fazer outras coisas nessa minha vida, eu a preencho de outra maneira e me sinto satisfeita - por ora.

Percebi que estou cansada - tem um tempo que me sinto assim - de determinadas coisas que a sociedade determina como correta ou, como dizem por aí, como "normal":
pare para pensar, não existe certo ou errado ou "normal", existe o ideal para você (claro que dentro das leis do país, tudo tem limite).
Cada um com seus valores, crenças e limites tem e mantém afinidade com outrem.

Será que esse cansaço é normal com a idade que tenho?
Espero que sim e espero que não seja sinal de "terceira idade" (sei que não é), até porquê estou longe disso.

Não sinto, ainda, que mudei, mas alguma coisa mudou dentro de mim para eu estar me sentindo dessa maneira.

Ah, e não pense que estou triste porque não estou.
Acontece que as pessoas, de vez em quando, ficam pensativas - até demais.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Em tempos de eleição: liberdade

Eleições chegando.

Pessoas pesquisando, outras nem tanto; pessoas se contradizendo; pessoas que deixam sua "máscara" cair; pessoas querendo te convencer a mudar o seu voto; pessoas que não sabem o que querem; pessoas que não acreditam mais na honestidade que algum(a) candidato(a) possa ter...
Enfim, tem pessoas de todo tipo, de todo lado.

E, aqui, eu não sou nenhuma delas, não quero fazer propaganda de ninguém, nem te fazer mudar de opinião, nem de visão. Cada pessoa é diferente da outra.
Mas tenho os meus "poréns", meus prós e contras de cada candidato, tenho a minha visão, a minha crença e... já sei em quem votarei, mas isso é secreto.

O que eu quero com esse texto é pedir para que, de verdade, sejam criteriosos, pesquisem e façam o certo nas urnas. Sejamos conscientes.
A cada ano que passa essa a nossa ação fica mais importante, o Brasil está de cabeça para baixo, nunca me importei tanto com o governo, com a sociedade, com as pessoas.


Liberdade em todos os sentidos.

Enfim, acredito que me libertei.
"Acredito" porque nunca tenho certeza de nada, típica libriana.

Não sei, primavera chegou e meu novo ano está bem próximo.
Ando mais leve.
Nem feliz, nem triste, apenas leve.

Tenho tido mais tempo.
Tenho tido mais tempo para mim.
Tenho tido mais tempo para as minhas amizades, preciosas.
Tenho tido mais tempo para a minha família, problemática (e qual não é?), mas sempre preciosa.
Tenho tido mais tempo para o que eu gosto de fazer.
Tenho tido mais tempo para o meu futuro.

Pensamento positivo e fé são coisas que nunca saem de mim.
Sabia que esse dia iria chegar. Chegou.

sábado, 20 de agosto de 2016

Caminhando

Hoje veio um misto de querer e não querer... você.
Chorei. De novo.
Senti a falta do anel de compromisso.
(Achava ter me "curado" dessa falta.)

Demorei.
Mas me recuperei um pouco depois.
Me recompus e percebi que não. Não quero.

Mas por quê ainda me atormenta a sua falta?
Acredito que seja porque ainda há o carinho, o respeito e o amor, mesmo que seja um outro tipo de amor. Esses sentimentos não se vão. Nem quero isso.
Só sei que não quero...
Mas preciso abrir meu coração, mas tenho dificuldade para isso.

Preciso colocar algumas coisas no lugar. E colocarei.
Mas aos poucos porque há determinada dificuldade para isso no momento.
Coisa minha, difícil colocar em palavras.
Difícil.

Contudo, sinto que as coisas estão em direção para um bom caminho.
Sinto.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Voltou

(Levei um susto ao tentar me logar, cheguei a pensar que fui hackeada, mas não fui não hehe Amém. Isso aqui é minha vida, minha válvula de escape, se eu não escrevesse aqui, não sei o que seria de mim. Mas vamos ao que interessa.)

Próximo ao meu momento de deitar e adormecer, olho mais um pouquinho vídeos e fotos do Snap.
Aí a bad bateu porque vi um momento que eu queria estar junto para compartilhar com você, assim como você compartilhou comigo.

Por que isso dói tanto?

Por que isso demora tanto para passar?
E sofro, viu? Não nego. Sofro bastante.
Acho que nunca senti dor tão grande relacionada a esse sentimento.
Quero vê-lo feliz, muito feliz.




Mas queria estar junto, assim como queria que você estivesse junto a mim em meus bons momentos.


Espero que um dia possamos conviver, seja como for, mas sem doer.
Ou não, não sei.


"Deus escreve certo por linhas tortas." é um ditado que sempre provou estar certo, pelo menos para mim.

E é nisso que eu acredito, o fim ainda não chegou.

domingo, 3 de julho de 2016

Só

Puxa, é só eu me sentir só para eu sentir a sua falta.

Eu estava bem. Sério. Eu estava muito bem.
Foi só eu me sentir sozinha para sentir vontade de chorar de novo, e por você.

Está difícil, está complicado.
Não mentirei.

Preciso e não preciso de você.

Que eu consiga não precisar mais de você. Pelo menos por agora. Eu preciso não sentir isso.

Você faz falta. Em todos os sentidos.
A falta que você faz é imensa, e eu não nego senti-la.

domingo, 19 de junho de 2016

Chororô

Hoje passei o dia pensando em como curar um coração partido.
Não especificamente o meu, nem o seu, nem de outrem. Mas um coração partido.
Não se cura com outro ser humano - porque com um ser vivo até pode, como com a companhia de um cachorro, a minha já me ajudou muito em dias tristes em geral.


Não sei e nem sou a melhor pessoa.
Mas sei que compras, dinheiro, baladas, bebidas, enfim, nada disso cura, são só momentâneos.
A cama e o choro, em parte, na verdade, são até bons porque ajudam a tristeza ir embora.
No início dói mesmo, é muito sofrido, a gente se sente machucado (a), mas depois vai passando porque o choro realmente alivia.
Aliás, o choro sempre me ajudou, acho que por isso nunca entrei em depressão; o choro ajuda em muitas situações, falo por experiência própria. Por esse motivo sou chorona declarada.


Eu passei - acho, pelo menos - dessa fase de choro - em relação ao momento pelo qual estou passando.
Agora estou naquela decisão de seguir em frente, forçando o meu coração a deixar o passado, no passado (mesmo sendo um passado recente). Ele continua partindo, mas seguiremos mesmo machucados.

O que cura esse coração partido, afinal?
Amizades, surpresas boas e pessoas que ressurgem para te ajudar a levantar.
O amor é o que cura. O amor é o que machuca, é o que parte o coração; mas também é o que cura, é o que refaz o coração.