segunda-feira, 30 de maio de 2016

Saudade que dói

Meu coração tá dolorido tem um tempo já.
Mas está pior desde ontem à noite porque me veio um pensamento, uma reflexão se devo ou não dizer, não sei ainda.

Hoje a dor apertou mais ainda.
São dois motivos completamente diferentes e duas dores totalmente distintas.
Agora meu coração está bem apertado.

A dor que veio ontem - e ainda permanece - é romântica, é amor romântico...
Ainda não sei o que fazer nem o que pensar.
Eu achei que não ia mais chorar. É. C
horei.
Mas a saudade é imensa.

A dor que veio hoje é por ser o seu dia.
Seu dia é hoje. E eu lembro de você sempre porque você nunca sai nem sairá do meu coração.
Hoje é o dia do meu anjo que conheci em terra, mas que agora está no céu e em paz.
Te echo de menos, mi amigo.

Hoje foi o dia de sentir imensas saudades.
E não saber o que fazer para matar a única que dá, dói mais ainda.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Tempo, tempo, tempo...



O tempo se fechou fora e dentro, para todos e para mim.
Acordei com frio e fui ficando irritada com o passar do dia.
Reparei ao final do mesmo que estou assim porque hoje acordei sem você.

Mesmo distante, você continuava perto, continuávamos perto um do outro.
Agora nem mais isso.

Hoje, para mim, o tempo não voa - respondendo à música de Lulu Santos que, por sinal, vi um outdoor sobre o show do mesmo e lembrei de nós, o "nós" que não mais existe - , e é tudo o que eu mais preciso.

Não saberemos se foi o melhor a ser feito (mais uma vez).
Talvez tenha sido sim, penso que talvez estivéssemos nos iludindo, achando que o futuro estaria logo ali. Não está.
Percebemos que não está, pois uma pessoa, uma cabeça, um coração não mudam de um dia para o outro.
Esse futuro que esperamos pode não vir - para nossa infelicidade -  ou está muito longe de ser realizado.
Aguardemos.

Hoje só penso que a distância não vai mudar o que sinto por você, pode até transformar, mas não mudar.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

1 mês

Eu não queria, muito menos poderia estar escrevendo algo agora.
Mas me veio à mente e lembrei, de repente, quanto tempo cada um está em seu canto.

É pouco e, ao mesmo tempo, muito.
Ainda há o contato, mas tão próximos e tão distantes ao mesmo tempo.
Estranho.

Eu sinto a sua falta, você sabe.
Acho que ainda estou presa e é difícil para mim essa mudança ocorrer.
Confusão...

Isso não anda me fazendo bem e não sei mais o que faço.
Meu coração anda perdido e não me sossega.
Preciso da calmaria.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

O clichê

Hoje à noite, ao entrar na cozinha, eu ia abrir a porta de casa pelo interfone...
Mas espera, você não vem mais. Nunca mais?

Meu subconsciente me deu esse impulso por costume ou por que era o que o meu coração queria?
Eu não sei. Não sei a resposta certa, nem sei se é uma dessas.

Depois de um tempo, encostei meus dedos no dedo anelar da mão direita, senti falta.
Estranho. Pois não tinha sentido a falta todos esses dias - não dessa maneira -, achei que já estava me recuperando.

Ilusão.

Descobri que é impossível se recuperar tão rápido.
Por mais que eu queira. Por mais que eu me esforce. Por mais que eu finja estar bem (dizem que isso nos torna mais fortes, já não sei).

Não sei se falo, se não falo.
Prefiro o silêncio - no momento - ao barulho. Prefiro a calmaria fingida - no momento - à turbulência.
Mas, ao mesmo tempo, não sei o que prefiro e o que quero. Confusão.
Não sei como sair dessa, parece que já passei por isso, mas ao mesmo tempo parece que não passei por nada parecido.

Que sigamos, de alguma maneira, bem.

domingo, 24 de abril de 2016

Feridas

Ontem eu decidi seguir e hoje acabei tendo a certeza de que é o certo a fazer.

Estou machucada por tanta porrada que vim levando só nessas ultimas semanas.
Não sou de falar palavrão, não gosto, não combina comigo, mas às vezes é necessário para expressar determinados sentimentos.

Mesmo na companhia de alguns, ando sozinha, meus pensamentos têm me emagrecido, me entristecido, me deixando cabisbaixa. Mas sei que melhorarei, sempre melhoro. Sozinha ou não. Lentamente, levemente ou não.

Contudo, sigo em frente com meus princípios, com os meus valores e com as minhas crenças.
Aqui vai um conselho: pense melhor antes de agir, algumas atitudes interferem, de alguma maneira, na vida de outras pessoas. Cuidado!

Sim, precisamos andar com cuidado, a vida é assim: se você quer manter por perto pessoas que gosta, tem que seguir determinadas regras. É chato, mas o que vem depois recompensa o esforço.
Acaba valendo a pena.

Eu volto. Estou voltando. Eu voltarei.




quarta-feira, 13 de abril de 2016

Acabou.
Tem coisas que acabam e você gosta.
Mas tem coisas que acabam e doem, doem por muito tempo, principalmente se essa "coisa" te fez bem durante muito tempo e, de repente, acabou.

Meu coração está doente, machucado.
Mas ninguém o machucou, fomos nos machucando e a melhor coisa a fazer foi acabar.
Não para sempre, porque não sabemos quanto tempo é "para sempre". Além disso, "para sempre" para uma coisa boa é quando fazemos do tempo, um amigo; já para uma coisa ruim, é tempo demais e ele vira inimigo.

É preciso tempo. Só isso.
O coração se refaz. A rotina ajuda.
E o "para sempre" - que não fazíamos questão de tê-lo - se desfaz.

Sabemos que tudo irá melhorar, nossas vidas se reencontrarão.
Nessa roda gigante chamada mundo, sabemos que o tempo resolve tudo.

Apesar de a espera ser dolorosa, o que tiver que ser será.

Não estou conformada, mas em paz, apesar de a tristeza estar inundado os meus olhos durante cinco, seis dias (e mais alguns pela frente, sem dúvidas), sei que, no final, tudo acabará bem.
Seremos felizes de novo da maneira que tiver que ser.

O nome do meu otimismo é fé,