E ainda bem que eu sou assim.
No início da pandemia, decretado o isolamento, eu tive "n" crises de ansiedade porque eu não sabia quanto tempo ia durar.
O indeterminado assusta. Ainda mais quando nascemos o que vem e como vem depois.
Eu estava querendo postar aqui desde ontem, mas não deu e a inspiração acabou escapando.
Hoje, inevitavelmente, eu teria que vir, estava com saudades e ando tendo um turbilhão de sentimentos.
Eu preciso de espaço, eu preciso sair, eu preciso fazer o que eu tenho vontade de fazer.
Eu estou sufocada.
E não é por causa da pandemia, porque, sinceramente, eu acredito que está melhorando.
É porque eu não tenho como sair de onde estou.
Eu não tenho como mudar de companhia, como eu quero.
Agora não dá e tudo porque eu não tenho um emprego.
Obviamente estou em busca.
Estou fazendo cursos online para que o leque de oportunidades possa se abrir mais.
Mas está difícil, viu?
Infelizmente, tem dias que a gente se sente desmotivado e cansado demais.
Mas a cada nascer do sol, é uma oportunidade, disso eu sei.
Pelo menos uma vez ao dia, eu envio um currículo meu.
Certeza que já passou mais de 200 - ou mais, não contabilizei.
Era isso.
sábado, 1 de agosto de 2020
quinta-feira, 11 de junho de 2020
Por outros olhos
Saudade está sendo a palavra do ano.
Nós sentimos saudade de tanta coisa, de tanta gente...
Que tem momentos que ela nem cabe no peito, transborda pelo olhos ou pela boca.
É saudade de festas, de datas comemorativas - antes, às vezes, até criticadas por serem criadas em prol do comércio.
É saudade daquela social rodeada de amizade.
É saudade daquilo que nem aconteceu porque teve que ser adiado.
É tanta saudade...
É saudade até do que a gente não gostava.
É saudade de ser livre, não no sentido de sair.
Mas de fazer o que bem entender.
Tudo foi forçosamente adiado. Deixado para depois, ou simplesmente nem vai ter mais.
Mas "forçosamente" não vem a ser algo ruim no atual contexto, como geralmente o é.
Está sendo por um bem maior.
Está sendo para salvarmos vidas e as nossas vidas também.
Que a saudade seja boa, porque, quando pudermos fazer tudo isso de novo e vermos quem queremos ver de novo, vai ser uma delícia!
Nós sentimos saudade de tanta coisa, de tanta gente...
Que tem momentos que ela nem cabe no peito, transborda pelo olhos ou pela boca.
É saudade de festas, de datas comemorativas - antes, às vezes, até criticadas por serem criadas em prol do comércio.
É saudade daquela social rodeada de amizade.
É saudade daquilo que nem aconteceu porque teve que ser adiado.
É tanta saudade...
É saudade até do que a gente não gostava.
É saudade de ser livre, não no sentido de sair.
Mas de fazer o que bem entender.
Tudo foi forçosamente adiado. Deixado para depois, ou simplesmente nem vai ter mais.
Mas "forçosamente" não vem a ser algo ruim no atual contexto, como geralmente o é.
Está sendo por um bem maior.
Está sendo para salvarmos vidas e as nossas vidas também.
Que a saudade seja boa, porque, quando pudermos fazer tudo isso de novo e vermos quem queremos ver de novo, vai ser uma delícia!
sábado, 30 de maio de 2020
Até quando?
Postei muito aqui, no início da quarentena, porque tive crises de ansiedade e problema de saúde fisicamente (resultante da ansiedade no sistema nervoso). Tudo isso porque não sabia - ainda não sabemos - quando tudo isso vai acabar.
Hoje venho aqui expressar a minha indignação.
Moro num bairro reconhecido pela calmaria.
Moradores, em sua maioria, são crianças e idosos.
Mas têm adultos inconsequentes.
Em minha rua, tem uma casa. Bonita, moderna.
Desde o início do isolamento no Rio, praticamente, o(s) morador(es) de tal casa estão dando festas todo final de semana.
E eles não fazem a mínima questão de esconder, pois o som é alto, mesmo longe, é percebido.
Só para lembrar.
Um dos focos iniciais em que a Covid-19 foi dissiminada, foi numa festa de casamento.
Onde vários famosos pegaram a doença porque um convidado estava com a mesma.
Irresponsável.
Por que fico indignada?
Porque isso só coopera para o número de mortos aumentar, a curva subir e o isolamento permanecer.
Enquanto tem muitas pessoas sofrendo com tal aprisionamento necessário, tendo crises de ansiedade, cheias de saudade de outrem.
Há pessoas como o meu "vizinho", que nada de bom tem para oferecer à sociedade, evidentemente.
É um absurdo. É desrespeitoso. É irresponsável.
Hoje venho aqui expressar a minha indignação.
Moro num bairro reconhecido pela calmaria.
Moradores, em sua maioria, são crianças e idosos.
Mas têm adultos inconsequentes.
Em minha rua, tem uma casa. Bonita, moderna.
Desde o início do isolamento no Rio, praticamente, o(s) morador(es) de tal casa estão dando festas todo final de semana.
E eles não fazem a mínima questão de esconder, pois o som é alto, mesmo longe, é percebido.
Só para lembrar.
Um dos focos iniciais em que a Covid-19 foi dissiminada, foi numa festa de casamento.
Onde vários famosos pegaram a doença porque um convidado estava com a mesma.
Irresponsável.
Por que fico indignada?
Porque isso só coopera para o número de mortos aumentar, a curva subir e o isolamento permanecer.
Enquanto tem muitas pessoas sofrendo com tal aprisionamento necessário, tendo crises de ansiedade, cheias de saudade de outrem.
Há pessoas como o meu "vizinho", que nada de bom tem para oferecer à sociedade, evidentemente.
É um absurdo. É desrespeitoso. É irresponsável.
domingo, 17 de maio de 2020
Vamos indo
Vivo na calmaria.
Caos. Calmaria. Caos. Calmaria.
Duas palavras que, de início, parecem ser opostas, mas não o são.
São complementares, ambas começam com a mesma letra e, quando uma termina, a outra começa.
Como você tem andando nesse estado em que o mundo se encontra?
Está seguindo o isolamento? Espero que sim, são vidas que precisam ser preservadas.
Cada vida com uma história que o nosso Espírito leva com ele porque é só isso que importa em nossa passagem pela Terra.
Coisas materiais não importam e, um dia, você pode ter, no outro, pode não ter mais.
Por isso, aproveite na medida em que está sendo possível aproveitar.
E o que você fará quando tudo isso acabar?
Eu já estou cheia de planos. Adoro planejar e colocar em prática. Não vejo a hora!
Enquanto isso, eu coloca a cabeça pra funcionar porque o tempo continua passando.
O tempo não para para nos esperar.
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Tudo muito
A quarentena, o isolamento social.
Está servindo e (des)servindo para muitas percepções, reconhecimentos, descobertas e ressignificações acontecerem.
Percebo que muitas pessoas não são aquilo que dizem ou aparentam ser - famosos (as) e não famosos (as).
Estamos tendo a maior prova de que palavras não valem absolutamente nada, mas atitudes sim. Te dou exemplos fatídicos: o presidente e as pessoas que não cumprem o que a OMS tanto suplica.
Suas atitudes contam demais no meio social e no particular.
E você é quem escolhe se serão positivas ou não, pois a sua cabeça é o seu guia - e sempre será.
Redescobri que as ajudas vêm de onde menos se espera. O que é uma surpresa muito feliz.
Reconheci que a aproximidade pode machucar ou curar, depende de quem está próximo de você.
Ao sermos obrigados a fazermos algo que não queremos, fica mais difícil. Está difícil, eu sei.
Mas também sei que logo sairemos dessa e, se continuarmos a obedecer as sugestões coerentes da OMS, sairemos mais rápido ainda desse caos.
Faça isso por você, pelo seu círculo social.
Cuide-se!
Está servindo e (des)servindo para muitas percepções, reconhecimentos, descobertas e ressignificações acontecerem.
Percebo que muitas pessoas não são aquilo que dizem ou aparentam ser - famosos (as) e não famosos (as).
Estamos tendo a maior prova de que palavras não valem absolutamente nada, mas atitudes sim. Te dou exemplos fatídicos: o presidente e as pessoas que não cumprem o que a OMS tanto suplica.
Suas atitudes contam demais no meio social e no particular.
E você é quem escolhe se serão positivas ou não, pois a sua cabeça é o seu guia - e sempre será.
Redescobri que as ajudas vêm de onde menos se espera. O que é uma surpresa muito feliz.
Reconheci que a aproximidade pode machucar ou curar, depende de quem está próximo de você.
Ao sermos obrigados a fazermos algo que não queremos, fica mais difícil. Está difícil, eu sei.
Mas também sei que logo sairemos dessa e, se continuarmos a obedecer as sugestões coerentes da OMS, sairemos mais rápido ainda desse caos.
Faça isso por você, pelo seu círculo social.
Cuide-se!
quinta-feira, 16 de abril de 2020
Um mês
1 mês de quarentena.
1 mês de amor.
Estamos trancafiados em casa - aqueles (as) que estão obedecendo as autoridades da saúde - há um mês.
Para quem não está obedecendo por quaisquer motivos - exceto quem precisa trabalhar - você está sendo desrespeitoso com você mesmo e com todos (as) a sua volta.
Quanto mais gente respeitar o isolamento, mais cedo essa loucura acaba!
Eu não vou negar, já tive três crises de ansiedade. Nunca tive três em 1 mês antes disso, sequer tinha uma por mês.
Tinha mês que eu passava tranquila.
Para piorar, eu somatizei as crises e fiquei levemente doente - nada grave mesmo - duas vezes.
Em 1 mês, é absurdo, mas há muitas pessoas como eu, até piores.
Comecei a namorar e começou o isolamento. Estamos fazendo um mês virtualmente. E eu estou passando o dia muito triste, quando eu deveria estar transbordando alegria.
Eu espero, do fundo do meu coração e com toda a fé que eu tenho, que a cura e a vacina sejam descobertas o mais rápido possível.
E, que quando voltarmos a sermos livres, que sejamos mais do amor e da caridade.
1 mês de amor.
Estamos trancafiados em casa - aqueles (as) que estão obedecendo as autoridades da saúde - há um mês.
Para quem não está obedecendo por quaisquer motivos - exceto quem precisa trabalhar - você está sendo desrespeitoso com você mesmo e com todos (as) a sua volta.
Quanto mais gente respeitar o isolamento, mais cedo essa loucura acaba!
Eu não vou negar, já tive três crises de ansiedade. Nunca tive três em 1 mês antes disso, sequer tinha uma por mês.
Tinha mês que eu passava tranquila.
Para piorar, eu somatizei as crises e fiquei levemente doente - nada grave mesmo - duas vezes.
Em 1 mês, é absurdo, mas há muitas pessoas como eu, até piores.
Comecei a namorar e começou o isolamento. Estamos fazendo um mês virtualmente. E eu estou passando o dia muito triste, quando eu deveria estar transbordando alegria.
Eu espero, do fundo do meu coração e com toda a fé que eu tenho, que a cura e a vacina sejam descobertas o mais rápido possível.
E, que quando voltarmos a sermos livres, que sejamos mais do amor e da caridade.
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