É perturbador esse decreto que facilita a posse de arma assinado ontem pelo presidente.
A partir disso, me fiz e ainda me faço inúmeras perguntas:
Quem garante que o brasileiro, com aquele "jeitinho", não vá conseguir ter mais que 4 armas em sua residência e/ou estabelecimento?
Quem garante que o brasileiro não vai sair de casa com a arma na cintura?
Quem garante que essas armas não serão usadas só e unicamente para se proteger?
Quem garante que não haverá corrupção para fulano(a) passar no teste psicológico?
Não sei quem garante, pois nossa fiscalização é falha em todos os âmbitos e, SE tiver fiscalização neste caso, duvido que não será falha também.
Ainda penso, também, principalmente, na proteção das mulheres e das crianças.
O feminicídio, o suicídio, o acidente entre crianças, todas essas tragédias aumentarão.
Hoje minha mãe me contou que uma amiga sua de infância morreu dentro de casa com um tiro que o melhor amigo deu, BRINCANDO, sem saber que a arma estava carregada. Até onde a minha mãe sabe, o amigo ficou maluco por conta disso.
Agora pensa quantas histórias assim irão aumentar?
Quantas mulheres mais irão morrer?
Quantas pessoas em depressão irão se matar?
Quantas crianças irão morrer "brincando"?
É desesperador pensar que VIDAS serão interrompidas porque o presidente facilitou a posse de arma. Como se já não bastasse as vidas que já são e foram interrompidas de outras maneiras.
E não pense você que eu estou torcendo para este governo dar errado porque eu não votei no Bozo. Na verdade, eu não torço para nada.
Torço para conseguir sobreviver em meio a esse caos, como se não bastasse todos os problemas que cada um tem na sua vida pessoal.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
sábado, 12 de janeiro de 2019
Autolembrete
(Há o risco de ser atualizado)
Desarme-se.
Não aja por impulso.
Não procure problemas, deixe as vidas fluirem naturalmente.
Não deixe a sua insegurança e o seu medo te dominarem.
Não se machuque.
Não cobre e não se cobre demais.
Menos regras, mais espontaneidade.
Mais flexibilidade.
Mais paciência, menos pressa. Calma.
Se ame e ame o próximo.
Se ame.
Desarme-se.
Não aja por impulso.
Não procure problemas, deixe as vidas fluirem naturalmente.
Não deixe a sua insegurança e o seu medo te dominarem.
Não se machuque.
Não cobre e não se cobre demais.
Menos regras, mais espontaneidade.
Mais flexibilidade.
Mais paciência, menos pressa. Calma.
Se ame e ame o próximo.
Se ame.
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Sempre chega
Quando você ainda não consegue ter a sua independência completa.
Você vive sufocada.
E ela está sufocada.
A cada dia que passa, piora.
A crise.
O país em que vive.
Desempregada.
Como ter dinheiro para viver?
O pai a vê como uma menina indefesa e de 15 anos (ou menos).
Pior do que vê-la assim, é tratá-la assim.
A mãe acha que manda até no seu coração e pensamentos.
Fala todos os defeitos dela quase sempre e sempre é desnecessário (ela já os conhece e se sente muito mal quando isso acontece).
E eles não aguentam ouvir a verdade porque acham que são os donos dela.
Por que será que ela está se tratando com a psicóloga?
Isso porque não estou contando com outros fatores que a tormentam.
Estudos, concursos, busca por um emprego repeitoso, notícias sobre violência de todos os tipos e a cobrança sobre si mesma.
Ela sempre se sente bem quando está fora da casa, fora das asas.
Assim, se esquece do que a tormenta.
O dia que ela finalmente conseguir a liberdade independente.
Eu nem precisarei contar.
Você vive sufocada.
E ela está sufocada.
A cada dia que passa, piora.
A crise.
O país em que vive.
Desempregada.
Como ter dinheiro para viver?
O pai a vê como uma menina indefesa e de 15 anos (ou menos).
Pior do que vê-la assim, é tratá-la assim.
A mãe acha que manda até no seu coração e pensamentos.
Fala todos os defeitos dela quase sempre e sempre é desnecessário (ela já os conhece e se sente muito mal quando isso acontece).
E eles não aguentam ouvir a verdade porque acham que são os donos dela.
Por que será que ela está se tratando com a psicóloga?
Isso porque não estou contando com outros fatores que a tormentam.
Estudos, concursos, busca por um emprego repeitoso, notícias sobre violência de todos os tipos e a cobrança sobre si mesma.
Ela sempre se sente bem quando está fora da casa, fora das asas.
Assim, se esquece do que a tormenta.
O dia que ela finalmente conseguir a liberdade independente.
Eu nem precisarei contar.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Retrô e despedida de 2018
Muitas pessoas fazendo retrospectiva com fotos, mas a memória do meu celular não é tão grande para ter todas as fotos do ano.
Resolvi, então, fazer a minha retrospectiva me aproveitando do que mais gosto de fazer: escrevendo.
Sendo assim, em 2018, eu:
Tive uma virada de 2017 para 2018 horrível, entrei com o pé esquerdo neste ano;
Não tive carnaval por causa de terceiros;
Realizei meu sonho de ser professora oficial de turmas,
Mas sou frustrada por ainda não ter a carteira assinada;
Enlouqueci ministrando aulas e finalizando o mestrado,
Mas sempre com prazer de estar com a mão na massa;
Me apaixonei pelos meus alunos e alunas, por todos (as), tendo a certeza de que eu não poderia ter escolhido outra profissão;
Tive o melhor orientador de todos os tempos;
Tive certeza das amizades que tenho e que fortaleci;
Tive certeza das amizades que desfiz;
Tenho certeza das amizades que fiz;
Me tornei mestra em Linguística;
Descobri e tive certeza do bem que o Ramatis me faz e ainda pode me fazer, reencontrei a fé e acho que encontrei a minha religião;
Fui trouxa, bem trouxa,
Fiquei chocada do quanto as pessoas podem ser perversas umas com as outras;
Tive um dos piores aniversários da vida (e eu amo fazer aniversário);
Aprendi que devo me preocupar menos com determinados fatos (estou neste processo);
Soube me recuperar muito bem;
E comecei a renovar a minha crença no bem que as pessoas podem fazer reconstruindo o que eu acreditava não haver mais;
Percebi que devo começar a mudar minhas atitudes e alguns pensamentos em relação a alguns fatos.
Quero ser uma pessoa melhor e trabalharei para que isso aconteça.
Por fim, há males que vem para o bem e devemos nos amar para amarmos uns aos outros.
Vamos aprendendo a cada dia, a cada ano.
Certeza.
Em geral, meu ano foi normal, com altos e baixos como a vida de todo ser humano. Por isso, agradeço por mais um ano pronta para o próximo.
Em tempo, apesar de termos o presidente que eu não desejei, espero e desejo que tenhamos um 2019, no mínimo, satisfatório.
Que continuemos com fé e em luta para termos um mundo melhor para vivermos e para as próximas vidas.
Adeus, 2018.
Seja bem vindo, 2019!
Resolvi, então, fazer a minha retrospectiva me aproveitando do que mais gosto de fazer: escrevendo.
Sendo assim, em 2018, eu:
Tive uma virada de 2017 para 2018 horrível, entrei com o pé esquerdo neste ano;
Não tive carnaval por causa de terceiros;
Realizei meu sonho de ser professora oficial de turmas,
Mas sou frustrada por ainda não ter a carteira assinada;
Enlouqueci ministrando aulas e finalizando o mestrado,
Mas sempre com prazer de estar com a mão na massa;
Me apaixonei pelos meus alunos e alunas, por todos (as), tendo a certeza de que eu não poderia ter escolhido outra profissão;
Tive o melhor orientador de todos os tempos;
Tive certeza das amizades que tenho e que fortaleci;
Tive certeza das amizades que desfiz;
Tenho certeza das amizades que fiz;
Me tornei mestra em Linguística;
Descobri e tive certeza do bem que o Ramatis me faz e ainda pode me fazer, reencontrei a fé e acho que encontrei a minha religião;
Fui trouxa, bem trouxa,
Fiquei chocada do quanto as pessoas podem ser perversas umas com as outras;
Tive um dos piores aniversários da vida (e eu amo fazer aniversário);
Aprendi que devo me preocupar menos com determinados fatos (estou neste processo);
Soube me recuperar muito bem;
E comecei a renovar a minha crença no bem que as pessoas podem fazer reconstruindo o que eu acreditava não haver mais;
Percebi que devo começar a mudar minhas atitudes e alguns pensamentos em relação a alguns fatos.
Quero ser uma pessoa melhor e trabalharei para que isso aconteça.
Por fim, há males que vem para o bem e devemos nos amar para amarmos uns aos outros.
Vamos aprendendo a cada dia, a cada ano.
Certeza.
Em geral, meu ano foi normal, com altos e baixos como a vida de todo ser humano. Por isso, agradeço por mais um ano pronta para o próximo.
Em tempo, apesar de termos o presidente que eu não desejei, espero e desejo que tenhamos um 2019, no mínimo, satisfatório.
Que continuemos com fé e em luta para termos um mundo melhor para vivermos e para as próximas vidas.
Adeus, 2018.
Seja bem vindo, 2019!
sábado, 15 de dezembro de 2018
Aprendendo
É tanta coisa acontecendo desde o dia primeiro de dezembro que eu nem sei por onde começar.
Apesar da grande movimentação, vem me fazendo bem.
É gente nova que apareceu em minha vida para ficar e é oportunidade de crescimento profissional.
Parece pouco, mas é muito e é muito bom.
Quinta feira (dia 13/12) foi o último passe e a última palestra de 2018 no Ramatis -prosseguiremos firmes ano que vem.
E essa quinta me emocionou excepcionalmente e me fez perceber o quanto o Ramatis está me fazendo bem.
Foi uma palestra muito bonita sobre amor próprio e a evolução do espírito, assim eu gostaria de compartilhar alguns trechos:
"Quando duas pessoas brigam aos gritos, é porque existe um abismo entre elas, onde uma não ouve a outra."
"Tudo o que passamos é um aprendizado, por pior que seja. Que possamos aprender com os nossos erros, nós aprendemos errando." (Parece clichê, mas tem relação com o espírito que nos habita)
"Tudo é escolha. Agradeça por tudo."
"Estamos em uma caminhada."
"Não se compare com o/a outro/a, pois cada um tem um caminho para trilhar. Olhe para si. Cada pessoa é um universo. A vida é movimento."
"Todos nós fomos criados por Deus com a mesma potência."
"Lutamos contra inimigos terríveis dentro de nós." (Ansiedade, o mal da geração)
"O espírito cresce de acordo com a evolução da consciência através das vivências e experiências pelas quais passamos."
"Somos imperfeitos, toda criatura imperfeita é emotiva."
"Egoísmo é diferente de ser amor e de se amar."
"Oportunidade é a chance em transformar ódio (o mal) em amor (o bem)."
"Caridade é amor em ação."
Essa palestra me lembrou um livro que li: "A sutil arte de ligar o foda-se".
Em primeira instância, parece que não há a mínima relação, mas ambos falam sobre o amor próprio e o cuidado que temos que ter com a nossa saúde mental em suma.
Não é sobre ser egoísta, é sobre se amar para, assim, amar outra pessoa (amigos/as, namorado/a, família...).
É complicado, mas aprendemos com o exercício: "Nos olhamos, mas não nos vemos. Veja-se no espelho diariamente, todos os dias e diga para si mesmo/a: eu te amo.".
Apesar da grande movimentação, vem me fazendo bem.
É gente nova que apareceu em minha vida para ficar e é oportunidade de crescimento profissional.
Parece pouco, mas é muito e é muito bom.
Quinta feira (dia 13/12) foi o último passe e a última palestra de 2018 no Ramatis -prosseguiremos firmes ano que vem.
E essa quinta me emocionou excepcionalmente e me fez perceber o quanto o Ramatis está me fazendo bem.
Foi uma palestra muito bonita sobre amor próprio e a evolução do espírito, assim eu gostaria de compartilhar alguns trechos:
"Quando duas pessoas brigam aos gritos, é porque existe um abismo entre elas, onde uma não ouve a outra."
"Tudo o que passamos é um aprendizado, por pior que seja. Que possamos aprender com os nossos erros, nós aprendemos errando." (Parece clichê, mas tem relação com o espírito que nos habita)
"Tudo é escolha. Agradeça por tudo."
"Estamos em uma caminhada."
"Não se compare com o/a outro/a, pois cada um tem um caminho para trilhar. Olhe para si. Cada pessoa é um universo. A vida é movimento."
"Todos nós fomos criados por Deus com a mesma potência."
"Lutamos contra inimigos terríveis dentro de nós." (Ansiedade, o mal da geração)
"O espírito cresce de acordo com a evolução da consciência através das vivências e experiências pelas quais passamos."
"Somos imperfeitos, toda criatura imperfeita é emotiva."
"Egoísmo é diferente de ser amor e de se amar."
"Oportunidade é a chance em transformar ódio (o mal) em amor (o bem)."
"Caridade é amor em ação."
Essa palestra me lembrou um livro que li: "A sutil arte de ligar o foda-se".
Em primeira instância, parece que não há a mínima relação, mas ambos falam sobre o amor próprio e o cuidado que temos que ter com a nossa saúde mental em suma.
Não é sobre ser egoísta, é sobre se amar para, assim, amar outra pessoa (amigos/as, namorado/a, família...).
É complicado, mas aprendemos com o exercício: "Nos olhamos, mas não nos vemos. Veja-se no espelho diariamente, todos os dias e diga para si mesmo/a: eu te amo.".
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
É gratificante
É cada absurdo que aparece na vida da gente...
Mas ainda bem que você não está no meio desse absurdo, você acha absurdo porque é um absurdo.
Absurdo porque a máscara da pessoa que você achava que era de uma maneira, caiu. Convenhamos?
Um dia sempre cai.
Absurdo porque tudo acontecia bem embaixo do seu nariz, mas você, como boa pessoa que é, nunca enxergou.
Absurdo porque afeta a vida de outrem.
_______________________________________________________________________
Contudo, mudemos de assunto para levantar o astral e combinar com o meu estado de espírito no presente momento.
Quarto bimestre e as crianças já estão muito cansadas de olharem para essa professora que vos escreve.
Pois bem, corrigi as provas do sétimo ano - falarei especificamente desta turma aqui.
O professor ou a professora que disser que não existe turma/aluno (a) preferido (a), está mentindo.
Somos seres humanos e temos nossas preferências sim! - que meus/minhas alunos (as) não leiam isso.
Voltando às provas... Eles e elas se saíram muito bem e com um gênero textual bem difícil - meu ponto de vista - para crianças de 12 anos de idade mais ou menos.
O gênero textual era poesia e saiu cada poesia mais linda que a outra!
Eu fiquei encantada e, sobretudo, orgulhosa de mim e deles (as).
Foi um ano bem difícil para mim em diversos âmbitos.
E foi a primeira vez que fui (e espero continuar sendo) professora oficial de Redação de quatro turmas.
É gratificante ver o crescimento de cada um como indivíduos que são e como alunos (as).
Cada dia que passa eu vejo que eu não poderia ter escolhido outra profissão para seguir.
É difícil? Bastante.
Não reconhecem? Sim, não reconhecem.
Mas você ama o que faz? Amo e continuarei lutando para que nós, professores e professoras, tenhamos o devido respeito de todas as pessoas, nós formamos vocês para a vida, acreditem.
Se não fossem meus professores e minhas professoras da escola, da graduação e do mestrado, eu não seria quem eu sou hoje.
Gratidão.
Mas ainda bem que você não está no meio desse absurdo, você acha absurdo porque é um absurdo.
Absurdo porque a máscara da pessoa que você achava que era de uma maneira, caiu. Convenhamos?
Um dia sempre cai.
Absurdo porque tudo acontecia bem embaixo do seu nariz, mas você, como boa pessoa que é, nunca enxergou.
Absurdo porque afeta a vida de outrem.
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Contudo, mudemos de assunto para levantar o astral e combinar com o meu estado de espírito no presente momento.
Quarto bimestre e as crianças já estão muito cansadas de olharem para essa professora que vos escreve.
Pois bem, corrigi as provas do sétimo ano - falarei especificamente desta turma aqui.
O professor ou a professora que disser que não existe turma/aluno (a) preferido (a), está mentindo.
Somos seres humanos e temos nossas preferências sim! - que meus/minhas alunos (as) não leiam isso.
Voltando às provas... Eles e elas se saíram muito bem e com um gênero textual bem difícil - meu ponto de vista - para crianças de 12 anos de idade mais ou menos.
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| (https://educacao.estadao.com.br/ blogs/blog-dos-colegios-rio-branco/ inovacao-na-educacao-e-preciso-ousadia-para-mudar/) |
Eu fiquei encantada e, sobretudo, orgulhosa de mim e deles (as).
Foi um ano bem difícil para mim em diversos âmbitos.
E foi a primeira vez que fui (e espero continuar sendo) professora oficial de Redação de quatro turmas.
É gratificante ver o crescimento de cada um como indivíduos que são e como alunos (as).
Cada dia que passa eu vejo que eu não poderia ter escolhido outra profissão para seguir.
É difícil? Bastante.
Não reconhecem? Sim, não reconhecem.
Mas você ama o que faz? Amo e continuarei lutando para que nós, professores e professoras, tenhamos o devido respeito de todas as pessoas, nós formamos vocês para a vida, acreditem.
Se não fossem meus professores e minhas professoras da escola, da graduação e do mestrado, eu não seria quem eu sou hoje.
Gratidão.
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